I cannot disguise,
all the stomach pains
and the walking of the canes
when you, do come out
and you whisper up to me
in your life of tragedy
But I cannot grow
till you eat the last of me
oh when will I be free
and you, a parasite
just find another host
just another fool to roast
cause you!
My tapeworm tells me what to do
You!
My tapeworm tells me where to go
Pull the tapeworm out of your ass, HEY
Pull the tapeworm out of your ass, HEY
Pull the tapeworm out of your ass, HEY
Pull the tapeworm out of your ass, HEY
I cannot deny
all the evil traits
and the filling of the crates
when you, do come out
and you slither up to me
in your pimpin majesty
But I cannot grow
till you eat the last of me
oh when will I be free
and you, a parasite
just find another host
just another stool to post
cause you, my tapeworm tells me what to do
you!
my tapeworm tells me where to go
Pull the tapeworm out of your ass, HEY
Pull the tapeworm out of your ass, HEY
Pull the tapeworm out of your ass, HEY
Pull the tapeworm out of me...
I'm sitting in my room
with a needle in my hand
just waiting for the tomb
of some old dying man
sitting in my room
with a needle in my hand
just waiting for the tomb
of some old dying man
You!
My tapeworm tells me what to do
You!
My tapeworm tells me where to go
Pull the tapeworm out of your ass, HEY
Pull the tapeworm out of your ass, HEY
Pull the tapeworm out of your ass, HEY
Pull the tapeworm out of your ass, HEY
HEY, HEY, HEY, HEY
Insert your fingers and wait for the spew.
Oh, here it comes... :)
sábado, 24 de julho de 2010
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Se nunca na vida fui atrás de conflitos, porque razão é que eles passam a vida atrás de mim?
Definitivamente odeio pessoas.
Acho que devíamos todos morrer e deixar isto entregue aos animaizinhos.
Juro que passei toda a minha vida a ter em consideração o espaço de cada pessoa. Porque razão é que mesmo assim continuo a invadir espaços que não devia e a estragar relações como quem lava os dentes (mesmo quando, na maior parte dos casos, isso acontece sem que eu o queira)?
Estou de volta à caixinha, foda-se!
Procurem-me lá, quem quiser.
Definitivamente odeio pessoas.
Acho que devíamos todos morrer e deixar isto entregue aos animaizinhos.
Juro que passei toda a minha vida a ter em consideração o espaço de cada pessoa. Porque razão é que mesmo assim continuo a invadir espaços que não devia e a estragar relações como quem lava os dentes (mesmo quando, na maior parte dos casos, isso acontece sem que eu o queira)?
Estou de volta à caixinha, foda-se!
Procurem-me lá, quem quiser.
"Give away the stone, let the ocean take and transmutate
This cold and fated anchor.
Give away the stone, let the waters kiss and transmutate
These leaden grudges into gold."
Ou não...
This cold and fated anchor.
Give away the stone, let the waters kiss and transmutate
These leaden grudges into gold."
Ou não...
terça-feira, 18 de maio de 2010
Sem título 1
Fit body, fit mind
That is what's said.
I've got none of the kind
And it's my fault I'm afraid.
Body is numb, mind is dumb,
Soul is free yet not full.
If I'd gather up my sum
I would result in a null.
Still I live, weak of body and mind,
I live to live only.
Wait 'till the day I find,
Once again, my body, my mind.
That is what's said.
I've got none of the kind
And it's my fault I'm afraid.
Body is numb, mind is dumb,
Soul is free yet not full.
If I'd gather up my sum
I would result in a null.
Still I live, weak of body and mind,
I live to live only.
Wait 'till the day I find,
Once again, my body, my mind.
An0rMaL_DoX6070
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Azul
Estou calmo e certo do que quero. Não posso querer outra coisa, por isso estou certo do que me resta. Aos poucos vejo-a passar. Vejo-a sair sem dizer adeus. Para onde vai, não sei. É transferida pelos tubos que me estão ligados. Puxam com força estes tubos. Não, não posso. Não consigo estar calmo e vê-la ir-se assim embora sem fazer nada. Num repente, quase no fim, retiro os tubos violentamente. Um a um, retiro-os. Sai o primeiro, o segundo, mais um e outro. Sai o último, mas não adianta. A última gota foi-se com ele. Olho para os tubos sem pensar, pois já não consigo pensar. Sigo-lhes a trajectória e vejo luz, apenas luz. Os tubos estão cheios de um líquido azul. Assim se foi para o infinito, a minha vida, para que lá em cima, na luz, se lembrem de mim como era, não por fora, mas por dentro: Azul! Apenas e só, azul. O meu corpo, esse ficou cá em baixo.
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Caricatura
“Dividam-se as mentes. Pois há aqueles, coitados, que não fazem nada da sua vida. Há aqueles que negligenciam o importante, que esquecem o que não devia ser esquecido. Há aqueles que nos fazem sentir superiores, só pelo simples facto de serem tão mais inferiores a nós. Há aqueles que só se importam com coisas fúteis, com coisas de crianças, aqueles que nunca crescem e que passam o tempo estupidificados sem fazer nada que se diga sério ou digno. Dividam-se pois as mentes. Que raio de gentalha é esta que não tem objectivos de vida e que, aparentemente, só existe para respirar e chatear quem quer fazer algo de produtivo? Dividam-se as mentes, eu estou do lado de cima, e esta roda, não vai virar tão depressa. A estupidez não me afecta, e esses coitados, espero eu, um dia encontrarão o sentido da vida. A responsabilidade há-de bater-lhes à porta, e quando isso acontecer, talvez me digne a estender-lhes a mão. Até lá, e enquanto continuarem a insistir em disparates sem nexo, eu continuarei a sentir-me superior, só pelo simples facto de eles serem tão inferiores.”
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